I don't give a damn.

Foi-se o tempo em que eu me preocupava com o que os outros pensariam sobre minhas atitudes, sobre minhas ideias, sobre minhas opiniões, sobre mim. Cansei de tentar mudar minha índole em função de terceiros, saí dessa alienação de hipocrisia. As pessoas que julgam não ligam para quem você é de verdade, nem tentam saber. Se suprem com desgraça, sensacionalismo e outras banalidades como fofocas e alguma espécie de bullying. São tão inferiores que apenas o ato de inferiorizar alguém lhe traz estado de felicidade e satisfação. Não dar a mínima é deixar de alimentar esse vício delas. E apesar disso não mudar as más línguas, doerá na consciência de cada uma quando estiverem sozinhas - sem emitir lixo verbal - tentando pensar na própria vida ao invés das dos outros. Elas perceberão que toda essa mesquinharia de espírito não passa de um modo inconsciente de camuflagem para esconder de si mesmo a droga que cada uma delas sabe que é. Ao invés de dizer: se olhem para depois poder julgar alguém, prefiro pedir que apenas tentem crescer. Não deve ser tão difícil.

Objetivos.

Afinal, o que é importante para você? Ter alguém ao seu lado e não estar sozinho nunca, ser bem sucedido custe o que custar e a quem custar, formar uma família ou ter seu próprio apartamento vivendo uma vida desregrada, acumular riquezas, fazer caridade ou até mesmo torrar tudo como se não houvesse amanhã, calcular cada passo ou até mesmo viver um dia de cada vez, sem preocupações. Emagrecer, passar por uma prova, praticar um esporte, perder um medo, completar os estudos, conquistar um cargo, dar a volta ao mundo, recuperar algo, entender nossa existência, revolucionar, deixar um vício, se apaixonar, se desapaixonar, amar. É fascinante a diversidade de objetivos das pessoas. É natural que os objetivos mudem de tempos em tempos, mas os meus mudam a cada dia, talvez até a cada hora. Minha vida é composta de minúsculos retalhos.. Como proceder?